A polícia civil de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, prendeu seis pessoas - quatro da mesma família - acusadas de manter um esquema de venda de diplomas falsos para estudantes de cidades Minas Gerais, interior de São Paulo e Rio de Janeiro.
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Segundo a polícia, o grupo enganou pelo menos 200 estudantes, que pagavam até R$ 900 para conseguir diplomas de cursos de supletivos de segundo grau. Os diplomas eram emitidos em nome do Colégio Juan Miro, de Niterói (RJ), que não tem autorização para ministrar ensino à distância em São Paulo.
O grupo tinha sede num escritório no centro de São José do Rio Preto, onde eram dadas as provas para os alunos. Lá, a polícia encontrou centenas de diplomas falsos, documentos falsos e prendeu os principais líderes do bando, Maurício Donizete Coqueiro e seu pai, Manuel Coqueiro. Um estudante de Uberlândia, Osvaldo Dias Barbosa, que trabalhava como captador de vítimas em Minas, também foi preso.
De acordo com o delegado do 1º DP, Rubens Cardoso Machado Júnior, o grupo responderá por estelionato, falsidade ideológica, falsificação de documentos e formação de quadrilha.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
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